sábado, 7 de janeiro de 2012
Mitos e verdades sobre os Energéticos
Para enfrentar a agitação da balada ou para espantar o cansaço de uma noite mal dormida. Estes são apenas dois dos motivos para o consumo de energéticos, os hoje chamados de "refrigerantes para adultos".
No Brasil, uma das cinco marcas que disputam o mercado nacional, a TNT, é patrocinadora de 16 atletas olímpicos brasileiros. Seu representante mais notório é o nadador César Cielo, campeão olímpico e recordista mundial dos 50 metros livres.
Mas será que os energéticos são benéficos para a sua saúde? Ou, pelo contrário, podem trazer consequências ao organismo? E será que viciam? Numa competição, pode dar dopping? A lista de dúvidas que rondam os tais "refrigerantes" é grande.
A seguir, o fisiologista especializado em medicina esportiva, Jorge Zogaib, o personal trainer Edson Ramalho, as nutricionistas Roberta Stella e Patrícia Ramos e o clínico geral Flavio Tocci falam sobre os pontos positivos e negativos dos energéticos.
O que é um energético?
Energéticos são bebidas à base de cafeína e outras substâncias estimulantes, como a taurina e a glucoronolactona, que potencializam a resposta do cérebro aos estímulos, deixando o corpo mais ativo ou acelerado.
Sua fórmula faz com que a pessoa se sinta revigorada durante algumas horas o que causa uma disposição aparente. Mas a ação dos energéticos também tem efeito rebote para o organismo.
"É um meio falso de restabelecer o pique. Passado o efeito, você fica ainda mais cansado e sente os efeitos do estresse muscular", explica o fisiologista Paulo Zogaib.
Quando consumidas em excesso, as substâncias estimulantes causam ansiedade, agitação, cefaleia e, em alguns casos, apresentam grau de toxidade questionável, como a taurina e a glucoronolactona. "São substâncias que alteram o funcionamento de nosso organismo de forma brusca, por isso devem ser ingeridas com moderação e certa cautela", diz Zogaib.
Um energético hidrata o corpo?
Não, pelo contrário, é uma bebida diurética, que faz o organismo eliminar líquido. Segundo a nutricionista Roberta Stella, a principal característica dos energéticos é aumentar a resistência física devido à presença, principalmente, da cafeína. "Eles não foram desenvolvidos visando à hidratação e, por isso, não devem ser consumidos com esta finalidade, sendo necessária a ingestão de água para obter uma boa hidratação", explica.
Por que a combinação com álcool é perigosa?
Quando são consumidos em combinação com álcool, os energéticos provocam aumento da adrenalina, palpitações, suor e dependendo da quantidade ingerida, podem levar à desidratação já que os dois são diuréticos. Segundo Paulo Zogaib, a combinação do energético com o álcool é perigosa, porque leva a excessos de ingestão de ambas as substâncias.
"O álcool é um depressor do sistema nervoso central (ele retarda as respostas do cérebro aos estímulos), enquanto o energético é um estimulante, por isso, quando ingerimos álcool é preciso aumentar a dose de energéticos para se alcançar o efeito de euforia. A pessoa que bebe a mistura fica mais acelerada pela ação do estimulante e mais corajosa pela ação do álcool, o que pode ser perigoso", afirma o fisiologista Paulo Zogaib.
O energético tem a mesma função dos isotônicos?
Não. Para a nutricionista Patrícia Ramos, esta é uma substituição perigosa que pode levar a problemas mais sérios como a desidratação. De acordo com uma pesquisa realizada pela Unifesp, em dezembro de 2009, 20% das pessoas que bebem energéticos os consomem nas academias como se fossem isotônicos.
Os energéticos foram criados para amenizar a sensação de exaustão e cansaço, enquanto os isotônicos têm o objetivo de repor a água e os sais minerais que perdemos após uma atividade. "Os energéticos aceleram nosso cérebro e nossas funções, camuflando a sensação de cansaço. Já os isotônicos repõem nutrientes importantes. Trocar um pelo outro pode comprometer a saúde e o desempenho de quem não está atento a estas diferenças", explica Patrícia.
Faz mal tomar o energético em jejum?
O risco de tomar um estimulante em jejum está ligado a absorção de suas substâncias pelo organismo. "Um energético ingerido em jejum pode comprometer as funções do estômago e de todo o aparelho digestivo, além de potencializar os efeitos da bebida na medida em que sua absorção se torna mais rápida e os efeitos mais intensos", explica o fisiologista.
Tomar só energético, sem combinar com álcool, pode prejudicar a saúde?
O clínico geral explica que os energéticos, quando consumidos sozinhos, também fazem mal e que, apesar de serem muito mais perigosos quando combinados com bebidas e outras substâncias, acabam comprometendo a saúde, mesmo quando consumidos isoladamente, em função da alta dose de cafeína e de outros estimulantes.
Eles prejudicam o sono?
Sim. Em um primeiro momento você perde o sono e fica acelerado, porém, segundo Paulo Zogaib, acabado o efeito, o organismo precisa compensar as horas de sono perdidas e daí a pessoa tende a dormir mais. "Você fica agitado por umas horas e não dorme, depois, dorme demais para compensar o tempo perdido", explica.
Há interações perigosas com medicamentos?
Sim. O resultado da combinação de energético com medicamentos pode ser bastante prejudicial ao organismo. Se a pessoa já tem algum problema de saúde, tende a piorar. O uso isolado de estimulantes já altera as funções do organismo. "Se o remédio também for estimulante, por exemplo, poderá haver uma inibição de seu efeito", diz Zogaib.
Vicia o organismo a ponto de perder o efeito?
Sim. Assim como os demais estimulantes químicos (cafeína ou drogas, como a cocaína, dentre outros), eles deixam de fazer efeito se tiverem o uso for contínuo e a pessoa passa a ingerir quantidades cada vez maiores para obter o mesmo resultado. "Isso varia muito de pessoa a pessoa, mas em geral, o corpo acostuma e pede cada vez mais. Vira um círculo vicioso grave", explica Paulo.
Criança pode tomar? Por que é chamado de refrigerante para adultos?
Segundo o clínico geral Flávio Tocci, os energéticos são assim conhecidos porque apesar de não serem alcoólicos, apresentam uma dose alta de cafeína e de substâncias com nível toxicológico questionável, e o organismo de uma criança não está preparado para receber tamanhas doses. "Se um adulto já fica acelerado, imagine uma criança. Ela pode apresentar tremedeira, ficar nervosa e muito acelerada. Não é apropriado", explica.
Tem limite de consumo? Pode consumir todo dia?
Não deve ser consumido todos os dias, principalmente substituindo sucos, água ou refrigerantes tradicionais nas refeições. O clínico geral Flávio Tocci explica que não há nenhuma indicação positiva comprovada em relação aos energéticos e que ingeri-los uma ou duas vezes na semana não faz mal, mas que consumir este tipo de bebida todos os dias pode trazer complicações, assim como ocorre com a ingestão excessiva de qualquer outro estimulante.
Flávio explica que a quantidade exata permitida depende do organismo e da receptividade de cada pessoa, mas que, em geral, deve-se manter cautela com o consumo destas bebidas. "Tudo o que altera o funcionamento do nosso organismo deve ser consumido com moderação", continua.
Atleta pode consumir? Dá dopping? O treino rende mais após tomar um energético?
De acordo com o personal trainer, Edson Ramalho, o rendimento físico de qualquer pessoa aumenta depois da ingestão deste tipo de bebida:
"A pessoa rende mais por que os energéticos aumentam a frequência cardíaca e a temperatura do corpo, melhorando a resistência e a performance do atleta", explica o personal. Porém, Edson explica que apesar de serem liberadas pelo Comitê Olímpico, as substâncias que compõem os energéticos, quando ingeridas em excesso, podem caracterizar dopping.
"Eles são vistos como bebidas naturais, mas a quantidade ingerida poderia caracterizar dopping se os seus membros entendessem que o atleta fez uso destas substâncias intencionalmente para render mais na competição", explica Edson.
Dá para tomar pensando em rebater os sintomas da gripe, como o cansaço?
Para o clínico geral Flávio Tocci, os energéticos podem comprometer a recuperação de um paciente com gripe ou com algum outro problema, se consumidos em excesso: "O problema é combinar energético e remédios e acelerar um organismo que já está mais debilitado. Não faz mal se for consumido uma vez ou outra, mas quando o paciente apresenta qualquer problema de saúde, deve tomar cuidado para não agravar ainda mais seu estado", explica.
O energético engorda?
A nutricionista Roberta Stella explica que os energéticos contêm valor calórico semelhante a quantidade de um copo de refrigerante ou suco de laranja e, por isso, quem deseja emagrecer deve consumir com moderação.
Por Natalia do Vale
Fonte: Minha Vida
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Pesquisadores conseguem produzir esperma em laboratório
Pesquisadores na Alemanha e em Israel conseguiram produzir sêmem de rato em laboratório, abrindo o caminho para a produção artificial de esperma humano, o que pode revolucionar os tratamentos de fertilidade. O estudo, publicado na revista Nature, detalha o cultivo de células germinativas, que dão origem aos espermatozóides masculinos e aos óvulos femininos.
As células foram colocadas em uma substância gelatinosa, similar à encontrada nos testículos. A substância gelatinosa, chamada Soft Agar Culture System, já era usada em outras pesquisas envolvendo reprodução celular.
O professor Mahmoud Huleihel, da Universidade Ben-Gurion, da cidade israelense de Negev, celebrou a descoberta. "O estudo deve abrir novas estratégias terapêuticas para homens inférteis que não conseguem produzir esperma ou pré-adolescentes com câncer, que correm o risco de ficarem inférteis por causa do agressivo tratamento com quimio e radioterapia", diz.
'Morfologia normal''
O estudo foi feito em parceria com o professor Eitan Lunenfeld, da Universidade de Soroka, em Beer-Sheva, Israel, e o professor Stefan Schlatt, da Universidade de Münster, na Alemanha. Segundo o artigo da Nature, os espermatozóides produzidos em laboratório tinham "morfologia normal".
O experimento também conseguiu reproduzir com sucesso a acrossoma, a parte dianteira do espermatozóide. O artigo diz que a substância gelatinosa usada no experimento "pode ser utilizada em tubos de laboratórios para a maturação de células germinativas de ratos pré-mitóticas ao estágio pós-mitose".
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Médicos defendem transplante fecal contra superbactéria
A ideia pode fazer virar o estômago de muita gente, mas o transplante de bolo fecal de uma pessoa para outra pode ajudar a salvar vidas.
Alguns médicos estão usando o procedimento para ajudar a repovoar intestinos com bactérias benéficas, que podem desaparecer após algumas enfermidades.
Essas bactérias benéficas ajudam a flora intestinal a combater infecções como as causadas pela suberbactéria Clostridium difficile, altamente resistente a antibióticos.
A superbactéria Clostridium difficile se reproduz sem a competição de outras bactérias
Alisdair MacConnachie, que acredita ser o único médico na Grã-Bretanha a fazer esse tipo de transplante, diz que a eficácia do tratamento é comprovada, mas que ele deve ser usado apenas como último recurso.
A lógica é simples. A infecção por C.difficile pode ser provocada pelo uso de antibióticos, que matam bactérias no intestino. Isso dá às bactérias C.difficile sobreviventes espaço para se reproduzir amplamente e produzir grandes quantidades de toxinas que podem levar à diarreia e provocar a morte.
A solução mais óbvia, a ingestão de mais antibióticos, nem sempre funciona e alguns pacientes desenvolvem infecções crônicas.
A teoria é que ao adicionar mais bactérias ao intestino, elas competirão com a C.difficile e controlarão a infecção.
Tubo pelo nariz
MacConnachie, do Gratnavel General Hospital, de Glasgow, já realizou mais de 20 operações desse tipo desde 2003.
"Somente um dos pacientes que eu tratei não conseguiu se livrar daC.difficile", disse.
Se os tratamentos normais não funcionam, o paciente recebe antibióticos até a noite antes da operação, quando os remédios são trocados por outros para controlar a acidez do estômago.
Na manhã da operação, o doador vai ao hospital e produz uma amostra.
Normalmente, um parente é usado, preferencialmente alguém que vive com o paciente, porque viver no mesmo ambiente e comer a mesma comida significa que é mais provável que eles tenham bactérias da flora intestinal semelhantes.
Cerca de 30 gramas da matéria fecal é tomada e misturada em um liquidificador com um pouco de água salgada. Isso depois é filtrado para deixar apenas um líquido.
MacConnachie insere um tubo pelo nariz do pacidente até seu estômago. Outros médicos usam diferentes caminhos para chegar ao intestino.
Cerca de 30 mililitros do líquido são então inserido pelo tubo.
Preconceito
"
"Minha visão pessoal é de que esta técnica está aí para pacientes que tentaram todos os tratamentos tradicionais", disse MacConnachie.
"Se um paciente não responde a isso e tem infecção crônica por C.difficile, então está em apuros e não há realmente nenhuma outra técnica ou tratamento com a eficácia provada que tem o transplante fecal", observa.
Para ele, o preconceito impede que mais gente se beneficie do tratamento. "É uma técnica publicada (em publicações científicas). Acho que as pessoas têm medo", diz.
"Parece nojento, é nojento, e eu acho que as pessoas provavelmente têm medo de chegar aos pacientes e discutir o assunto", avalia.
Este não é um problema enfrentado por Lawrence Brandt, gastroenterologista no Montefiore Medical Center, em Nova York.
Ele diz que recebe hoje entre dois e quatro e-mails diários de pessoas que querem passar pelo transplante. Até hoje ele já fez a operação em 42 pacientes.
Ele recorda sua primeira operação, em 1999: "A paciente me ligou seis horas após o transplante fecal e disse que não sabia o que eu havia feito ali, mas que ela se sentia melhor do que havia se sentido em seis meses. E de fato, ela nunca mais teve uma infecção por C.difficile", conta.
Além de pacientes, ele diz que há mais médicos expressando interesse na técnica nos Estados Unidos.
"Nos próximos seis meses ou um ano, isso será a coisa mais instigante que aconteceu à gastroenterologia. Isso vai certamente mudar a maneira como a C.difficile é tratada e outras doenças também", diz.
Síndrome do intestino irritável, diarreia e constipação também estão na lista de possíveis aplicações. "Isso parece ser uma abordagem incrível para uma grande variedade de doenças", ele diz.
Estudos
A prática foi relatada apenas em poucos estudos de casos no combate à infecção recorrente com C.difficile.
Houve um índice de sucesso de cerca de 90%. Isso não é suficiente, porém, para que a técnica seja adotada amplamente.
O padrão para determinar se um tratamento funciona é um teste clínico randômico - tomar um grande grupo de pacientes e dar a uma parte o tratamento em análise e a outro um placebo ou tratamento diferente. Os dois grupos são então comparados para ver se o tratamento realmente faz uma diferença.
Até que a técnica de transplante fecal seja analisada dessa maneira, será difícil que consiga uma aceitação ampla.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Você, daqui a 20 anos
Veja como você ficará depois de todo esse tempo!
O site da revista Wired publicou uma matéria que diz que os jovens não se importam em garantir seu próprio futuro até o momento em que veem uma imagem sua (uma ilustração, uma foto alterada no Photoshop) mais velha, mostrando como ficará em um futuro não tão distante.
Está disposto a colocar essa teoria à prova? O site In20Years.com pode quebrar o galho e fazer isso para você. Basta subir uma foto sua – de preferência de rosto e virada para frente – selecionar o gênero, dizer se quer se ver daqui a 20 ou até 30 anos e deixar ele fazer o resto.
Acesse o Link: http://blogs.pop.com.br/nerd-e-geek/voce-daqui-a-20-anos/
11 MITOS E VERDADES SOBRE UNHAS
Todas nós temos nossas crenças sobre o que é melhor para as unhas. Mas nem sempre as receitas milagrosas fazem bem para elas. O Dr. Paulo Henrique Lucas, farmacêutico especializado em cosmética e consultor da Derma Nail, desvenda 11 das crenças em que as mulheres costumam acreditar sobre suas unhas.
CRENÇA: Esmaltes escuros fortalecem e aceleram o crescimento das unhas.RESPOSTA: Mito. Os esmaltes escuros não contem nenhuma substância que possa fortalecer a unha. As substâncias encontradas em esmaltes comuns como o formaldeído (tóxico), o tolueno e o benzeno (solventes agressivos) fazem o trabalho contrário. Além de enfraquecerem, são perigosas para as pessoas mais sensíveis nesta área. Antes de comprar algum vidrinho de esmalte, confira se o mesmo é livre destas químicas. E caso ocorra alguma alergia, antes de qualquer coisa, o melhor é procurar um médico, pois ele fará testes que irão dizer qual foi realmente o problema.
CRENÇA: Não se pode tirar o esmalte com acetona, pois ela danifica a unha. RESPOSTA: Verdade. A acetona é uma substancia muito agressiva, que, em contato com a unha, a deixa cada vez mais fraca e esbranquiçada. O correto é usar removedores sem acetona que não agridem e/ou ressecam as unhas.
CRENÇA: Manter as unhas sempre úmidas pode causar doenças.RESPOSTA: Verdade. A umidade excessiva favorece o surgimento de micoses como o "unheiro". O correto é evitar deixar as mãos úmidas por muito tempo. Quem trabalha expondo frequentemente as mãos e unhas à água deve manter as mãos bem secas após o término da sua atividade para evitar ataques de fungos e bactérias que levarão a doenças.
CRENÇA: O formato das unhas facilita que as mesmas encravem ou se lasquem com mais facilidade.RESPOSTA: Verdade. As unhas dos pés, preferencialmente, devem ter o formato quadrado para impedir que elas encravem. O uso de sapatos apertados contribui para o surgimento de unhas encravadas. Já o formato ovalado é ideal para unhas das mãos que são habitualmente fracas e quebradiças. Unhas nesse formato "quebram" com menos facilidade.
CRENÇA : Pintar as unhas com esmaltes escuros as deixam escuras. RESPOSTA: Mito. Na verdade, o que deixa as unhas escuras são algumas substâncias presentes na maioria dos esmaltes convencionais, como o formaldeído, o tolueno e o benzeno, que agridem as unhas, as tingindo gradativamente, conforme o uso dos esmaltes
CRENÇA : Cortar as unhas ao invés de lixá-las faz com que elas fiquem mais fracas e quebradiças. RESPOSTA: Mito. Cortar ou lixar as unhas não interfere na saúde das mesmas, já que este processo não é feito em sua matriz, mas sim na extremidade da unha, quando ela já passou por toda a sua fase de crescimento.
CRENÇA : Para obter melhor resultado, as unhas devem sempre ser cortadas onde começa a “carne”. RESPOSTA: Mito. Esta parte debaixo da unha nada mais é que uma proteção da própria. Cortando rente a ela, a unha pode sofrer alguns danos, como o descolamento, ou até, ser machucada. O certo é deixar uma pequena parte da unha para cima, para que esta proteção continue ativa.
CRENÇA: Para as pessoas que são alérgicas, pode-se passar uma base hipoalergênica e qualquer outro esmalte por cima.RESPOSTA: Mito. A base hipoalergênica não garante que será feita uma película ou filme sobre a unha que impeça que o suposto esmalte convencional não irá entrar em contato com a unha e causar alergia.
CRENÇA: É possível contrair hepatite fazendo as unhas.RESPOSTA: Verdade. Se no salão que você frequenta a sua manicure não toma todas as prevenções necessárias, a possibilidade de contrair a doença é grande. Além de higienizar o material, é necessário esterilizá-lo de forma correta. O mais eficaz é ter o seu próprio kit de manicure e levá-lo sempre que for fazer as unhas.
CRENÇA: Não se pode tirar a cutícula, o correto é empurrá-la.RESPOSTA: Verdade. A cutícula é uma pele que se sobrepõe à unha, agindo como uma proteção natural contra bactérias e fungos. Removendo-a, a unha se torna suscetível a tais problemas.
CRENÇA: O correto é deixar as unhas sem esmalte para que ela possa “respirar”.RESPOSTA: Mito. As unhas são constituídas por células mortas de queratina, sendo assim, elas não têm necessidade de “respirar”. O que pode ocorrer é o ressecamento e enfraquecimento das unhas em virtude da esmaltação contínua feita por esmaltes convencionais que possuem tolueno, benzeno e formaldeído (agressivos às unhas). Para a saúde das unhas, é sempre bom optar linhas de esmaltes que não agridam as unhas e são livres destas substâncias tóxicas. Utilizando esses esmaltes sem agressividade, é possível esmaltar as unhas todos os dias sem intervalos e sem agressão às mesmas.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
MITOS E VERDADES SOBRE O MICROONDAS
Quando falamos em microondas
o que não falta são dúvidas sobre o aparelho. E podem acreditar existem muitas pessoas que ainda morrem de medo de usar o eletrodoméstico
mais útil já inventado para a cozinha. Pesquisando um pouco sobre isso encontrei algumas coisas bem legais que vou compartilhar com vocês.
- As microondas escapam do forno em funcionamento.
VERDADE: Os fornos modernos são feitos da forma mais segura possível. Seu interior é revestido de metal, que reflete as microondas, conservando-as em seu interior. Ao atingir os alimentos, as ondas se transformam em calor e praticamente deixam de existir. “No entanto, por mais blindado que seja o forno, um pouco sempre escapa”, afirma o físico Alexandre da Silva Sanches. Por isso, há quem aconselhe manter uma distância do aparelho em funcionamento. “Acontece algo similar com o aparelho de televisão: ele emite outro tipo de onda eletromagnética, os raios X, e esse é o motivo para a recomendação de ficar sempre a dois metros de distância da TV ligada”, acrescenta. - É mais seguro esperar alguns segundos para abrir a porta.
MITO: Depois que o forno apitou, pode-se abrir a porta sem problemas: ele está desligado e não há produção de microondas. - Alimentos preparados no microondas produzem substâncias que podem provocar tumores.
MITO: “Vários hábitos da vida moderna podem causar câncer. Com relação ao forno de microondas, ninguém pode afirmar nada. Até onde mostram as pesquisas, ele é seguro para a saúde”, diz Elizabeth Torres, engenheira agrônoma e professora do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP. “O que acontece realmente é que há maior oxidação do alimento quando a comida é preparada no aparelho”, completa. - Ovo cozido no microondas explode.
VERDADE: Explode mesmo, como o engenheiro norte-americano Percy Le Baron Spencer, o desenvolvedor do forno nos anos de 1940, pôde testemunhar. A casca fechadinha do ovo forma uma ‘panela de pressão’ sem válvula de segurança. E a pressão que se forma dentro dele durante o cozimento faz com que ele estoure. Então, vale a dica: fure batatas, berinjelas, gemas de ovos e demais alimentos que tiverem peles ou membranas protetoras com palito, para permitir a saída dos vapores. - Frituras não podem ser feitas no forno microondas.
VERDADE: Porque a temperatura do óleo não pode ser controlada como em um fogão convencional. Mas uma pequena quantidade de óleo pode ser usada para refogar os temperos. - Ferver água no microondas é perigoso?
Só quando se deixa o líquido por tempo demais. Ao contrário de um forno convencional em que os alimentos são aquecidos de fora para dentro, as microondas esquentam o alimento de dentro para fora. Quando se deixa um líquido por tempo demais nesse forno, pode acontecer de a parte do centro estar a uma temperatura ligeiramente superior aos 100ºC necessários para a água ferver, mas sem que ela se transforme em vapor. Esse fenômeno é chamado de superaquecimento. Qualquer perturbação na água superaquecida, tal como movimentar o recipiente ou introduzir uma colher ou um saquinho de chá, vai levá-la à brusca passagem ao estado de vapor. Se a água tiver ficado muito tempo esquentando no microondas, grande parte dela pode passar a vapor, de forma explosiva, podendo causar queimaduras. No entanto, nos microondas que têm um prato giratório, a vibração causada por esse movimento é suficiente para que a água não seja superaquecida. “Quando quiser esquentar água ou outro líquido qualquer, além de seguir à risca a orientação do fabricante, coloque dentro do recipiente um misturador ou palito de madeira – nunca de plástico, porque certos plásticos aquecidos no microondas podem liberar substâncias tóxicas”.
Fonte: Revista Viva Saúde
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Como Amenizar As Crises De Labirintite
Uma doença que vem atacando cada vez mais os brasileiros, a labirintite está relacionado com o ouvido e tem como principal sintomas tonturas, já que nos faz perder totalmente o equilíbrio do corpo. Se você possui esse problema não deixe de procurar sempre o seu otorrinolaringologista e ficar atenta aos conselhos dados pelo médico para amenizar os problemas causados por essa doença.
Entre os diversos fatores que podem ajudar a afetar a estrutura do labirinto, um dos principais responsáveis é a alimentação.
Por isso procure saber com seu médico o que pode e não pode ser ingerido, além disso, veja algumas dicas que podem te ajudar a diminuir as crises no dia a dia:
Por isso procure saber com seu médico o que pode e não pode ser ingerido, além disso, veja algumas dicas que podem te ajudar a diminuir as crises no dia a dia:
- Nunca passe longos períodos sem se alimentar, o ideal é comer a cada três horas;
- Beba no mínimo dois litros de água por dia;
- Não fume, pois a nicotina é altamente tóxica para o labirinto;
- Evite ingerir exageradamente alimentos com muito açúcar como chocolate, biscoitos e tortas, substituindo sobremesas por frutas como maçã, pêra, banana e abacaxi;
- Prefira massas integrais, pois as fibras presentes nelas fazem com que a absorção de glicose seja mais lenta;
- Evite exagerar na ingestão de sal, pois o excesso de sal pode fazer com que a pressão nos vasos sanguíneos aumente e a irrigação da área do labirinto seja prejudicada;
- Em vez de adicionar sal às suas refeições, opte por temperos naturais como salsinha, sálvia, cebolinha e alecrim;
- Evite ao máximo ingerir alimentos que tenham muito sal e sejam pouco nutritivos como fast food e sopas prontas;
- Quando tiver vontade de comer algo salgado, prefira bolachas de água e sal ou sanduíches naturais com pão integral;
- Diminua o consumo de bebidas que contém cafeína, como café, alguns chás e refrigerantes, pois estes super estimulam o labirinto, causando crises;
- Algumas dicas interessantes de substituição incluem trocar o café por chá de frutas, o refrigerante pela água de coco e sucos naturais sem adição de açúcar;
- Evite bebidas alcóolicas, porque quando consumidas em excesso podem aumentar a densidade dos líquidos labirínticos, causando tontura e vertigem;
- Pessoas que sofrem de hipotireoidismo, hipertensão, colesterol e triglicérides em excesso no organismo e diabetes têm mais chances de ter crises de labirintite, por isso é essencial ficar atento aos diversos fatores que podem levar a este problema.
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